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Examinando Formación General por Materia "Holismo semántico moderado"
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Ítem El lenguaje como trampa: Holismo semántico y la ironía del destino en Machado de Assis(Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), 2025-06-20) Dantas Freitas Estrela, Kênio AngeloEste artículo analiza A Cartomante, de Machado de Assis, desde la perspectiva del holismo semántico moderado, explorando cómo el significado de los enunciados se configura dentro de una red de creencias en constante reorganización. A partir de la semántica de mundos posibles, se modela la interpretación de Camilo ante la predicción de la cartomante, mostrando cómo su estructura epistémica filtra los escenarios que contradicen sus expectativas. Desde la semántica de juegos, se examina la interacción discursiva entre los personajes como una estrategia de manipulación del significado. El análisis demuestra que la ambigüedad del lenguaje no es solo un recurso narrativo, sino una problematización filosófica de la estabilidad del significado. Machado de Assis construye un relato donde la interpretación no solo determina la acción de los personajes, sino que también involucra al lector en un juego semántico. La literatura, así, no solo ilustra problemas filosóficos, sino que los pone en escena dentro de su propio tejido narrativo.Ítem ¿Qué quiere decir eso? Los desafíos de la referencia en un modelo holista del lenguaje(Universidade Federal Do Piauí, 0031-01-26) Dantas Freitas Estrela, Kênio AngeloNeste artigo, examinamos as anáforas e catáforas a partir da perspectiva do holismo semântico moderado, com o objetivo de analisar como se constroem as referências na linguagem natural, especialmente em casos em que os métodos locais de interpretação se mo stram insuficientes. A partir de alguns exemplos em cinco idiomas, argumentamos que a referência pronominal não é uma operação isolada, mas um processo que depende do discurso, do contexto e das crenças compartilhadas entre os falantes. Em contraste com os modelos clássicos de composição do significado, como os de Heim, Kamp e Partee – que estabilizam a interpretação por meio de coindexação ou escopo –, propomos uma alternativa mais flexível: o holismo semântico moderado desenvolvido por Jackman. Essa versã o do holismo semântico sustenta que o significado não está fixado na própria oração, mas se constrói ao longo do discurso, por meio de redes dinâmicas de sentido e expectativas racionais. Nessa perspectiva, as anáforas e catáforas não apenas geram conexões gramaticais, mas também dependem de processos inferenciais distribuídos. Nossa análise conclui com uma reflexão filosófica que convida a ampliar a noção de significado em direção a modelos sensíveis ao uso real da linguagem, à cooperação comunicativa e às práticas linguísticas compartilhadas. In this article, we examine anaphora and cataphora from the perspective of moderate meaning holism, with the aim of analyzing how reference is constructed in natural language, especially in cases where local interpretive methods prove insufficient. Drawing on selected examples from five languages, we argue that pronominal reference is not an isolated operation, but rather a process that depends on discourse, context, and the beliefs shared among speakers. In contrast to classical models of meaning composition —such as those proposed by Heim, Kamp, and Partee, which stabilize interpretation through coindexation or scope —we suggest a more flexible alternative: the moderate semantic holism developed by Jackman. This version of holism holds that meaning is not fixed within the sentence itself, but is constructed throughout discourse via dynamic networks of sense and rational expectations. From this perspective, anaphora and cataphora not only generate grammatical connections but also rely on distributed inferential processes. Our analysis concludes with a philosophical reflection that invites an expansion of the notion of meaning toward models that are sensitive to real language use, communicative